A fatura cai no mês certo
Uma parcela comprada em setembro de 2025 que vence em agosto de 2026 é gasto de agosto de 2026. Informe o dia de fechamento do cartão e o app sabe sozinho em que fatura cai cada compra nova.
Isso normalmente é rede: o navegador não alcançou o banco de dados ou a biblioteca do Supabase. Seus dados não foram afetados.
O banco só manda o PDF depois que a fatura fecha. Quando chega, você já está um mês atrasado. Aqui você solta a fatura, o extrato ou o print do comprovante, e vê o mês inteiro num lugar só: crédito, débito, Pix, guardados e o que já está comprometido nos próximos meses.
A demonstração usa dados de exemplo e não pede cadastro nenhum.
Uma parcela comprada em setembro de 2025 que vence em agosto de 2026 é gasto de agosto de 2026. Informe o dia de fechamento do cartão e o app sabe sozinho em que fatura cai cada compra nova.
PDF de fatura do Itaú e do Nubank, OFX e CSV de extrato. Ele soma o que leu e compara com o total que a fatura declara, então você sabe na hora se ficou faltando linha.
O "Netflix" que você digitou na mão vira "STREAMING FILMES" na fatura. Ele cruza por valor e data, desmarca o repetido e mostra o que você lançou e não apareceu.
Solte ou cole a imagem, seja o comprovante de um Pix ou a tela de transações com uma lista inteira. O texto é lido no seu próprio navegador, a imagem não sai da sua máquina, e o que eu li aparece numa tabela para você corrigir, completar e só então salvar.
"Pago no Pix ou parcelo?" "Cabe mais R$ 160 por mês?" A resposta sai dos seus números, com a conta na tela. Sem palpite e sem depender de nenhuma inteligência artificial no ar.
Limite por categoria com aviso antes de estourar, regras de categorização que você controla, gráfico dos últimos meses e backup que sai do app quando você quiser.
O que entrou, o que saiu, o que ainda vai cair e quanto sobra. Cada barra é um mês fechado, e a linha é o que entra: quando a barra passa a linha, você gastou mais do que recebeu.
Hoje o app é gratuito. Não existe plano pago, não existe anúncio e não existe venda de dado: o banco de dados é seu, criado numa conta gratuita do Supabase.
Não, e essa é uma decisão de projeto. O app nunca conversa com o seu banco: ele lê o que você já tem em mãos, a fatura em PDF, o extrato em OFX ou CSV, e o print da tela do aplicativo.
Lançando na hora, em vinte segundos, ou colando o print da notificação da compra. O app monta a fatura que está em formação e soma as parcelas de compras antigas que caem nela.
A leitura automática de fatura em PDF é feita hoje para Itaú e Nubank. Extrato em OFX e CSV funciona com qualquer banco, porque o formato é padrão. E qualquer banco entra pelo print da tela ou na mão.
Num banco Postgres seu, no Supabase, com uma política por linha que amarra cada registro ao seu usuário. O app é um arquivo estático, sem servidor no meio guardando cópia.
Você marca de quem é, e quanto daquele valor é da outra pessoa. A cobrança continua na sua fatura, porque é o seu cartão, mas deixa de contar como seu gasto e passa a aparecer como valor a receber, com o nome de cada pessoa e o quanto vem por mês.
Não. Ler a fatura, categorizar, comparar um mês com o outro, calcular quando você fica estável e responder se cabe no orçamento é tudo conta feita em código, dentro do navegador, de graça e sem internet depois que a página abriu.
Num banco Postgres seu, no Supabase, com uma política por linha que amarra cada registro ao seu usuário. O app é um arquivo estático: não existe servidor no meio guardando cópia. Nenhuma imagem de comprovante é enviada para lugar nenhum, a leitura acontece no seu navegador. E o backup em JSON sai a qualquer momento, para você nunca ficar preso aqui.
Nada é enviado para um servidor nosso, porque não existe um: a página é um arquivo só, e o banco é o seu.
Crédito, débito, Pix e guardados dos seus bancos em um lugar só.
Cada conta vê só os próprios dados. Ver uma demonstração sem criar conta.